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História

HISTÓRIA DA CIDADE

Nos Anos 50, surgiu no Noroeste do Estado do Paraná, na gleba 8 Comarca de Peabirú, hoje Comarca de Umuarama, um novo povoado, iniciando-se com a vinda do Sr. Antônio Lustosa de Freitas e família que trouxe consigo 22 peões,no dia 25 de junho de 1952 para residir como capataz em uma área de florestas a pedido de seu tio , Deputado Antônio Lustosa de Oliveira , que tinha 2.000 alqueires de terra que adquiriu através da permuta feita com o Governo do Estado, nos campos de Guarapuava, a qual doou ao Sr. Freitas 55 alqueires, que mais tarde denominou-se a “Fazenda Santa Rosa”.

Em seguida outras famílias vieram:Salvador Lopes Gomes, João Vieira do Prado, Francisco S. Barroso, Mário Issahó, Eduardo Ribeiro de Oliveira, João Corsine, Anacleto Romero, Benedito Pasciente, Antonio Ramalho, Sanches do Lago, Bélgico Antonio Maragno, Tiburcio, Chimada, Bucioli, Sebastião Clemente, João Azur, Euclides João Leite, José Domingos, Bessegato, Oliver, Cazuza e outros.

O Sr. Salvador Lopes Gomes, ex-vereador de Maringá-PR, nos anos 50, havia adquirido as terras através de empréstimo bancário em Curitiba. O Sr.Salvador, falecido em 1996 chegou as terras por via fluvial, num bote pelo Rio Paraná, a seguir entrou pelo rio Ivaí e fez 3 dias de caminhada pela mata até localizar o marco dos primeiros 1000 alqueires que adquiriu. Nesta época, o Sr. Lustosa já tinha suas terras ao lado, onde apareceram os primeiros indígenas a procura de alimento. Após, o Sr. Salvador começou a abrir a primeira estrada, vindo de Umuarama; trabalho árduo, pois foi necessária a construção de 4 pontes de madeira. Ele demarcou os 1000 alqueires em lotes de aproximadamente 15 Alqueires para ser vendido aos meeiros da região de Maringá e São Jorge, sendo que o projetista foi o engenheiro Shoju Sato, juntamente com seu filho Cândido Sato e um outro jovem por nome de Vaquizaqui, que fizeram todo levantamento de córregos e espigões. Em seguida, adquiriu mais 1100 alqueires ao lado do primeiro, onde demarcou os sítios, e na parte alta deste, projetou as ruas e avenidas da cidade, nos 43 alqueires reservados para ela.

NOME

O nome Douradina surgiu em função da Serra dos Dourados. Havia uma dúvida quanto a ser: Douradinha ou Douradina, porém, o Salvador Lopes Gomes, proprietário das terras onde se localiza o município de Douradina, optou pelo segundo.

PRIMEIROS REGISTROS

O primeiro nascimento foi o de Luiz Carlos Alves de Freitas, filho de Carolina e Antonio Lustosa de Freitas, em 1953. O primeiro casamento civil foi de Fernando Gil e Cleoracy Aparecida Gil.

CRIAÇÃO

Douradina , foi fundada em 17 de janeiro de 1979 , através da Lei Estadual n.º 7.107 e foi emancipada politicamente do Município de Maria Helena em 1 de fevereiro de 1983.

LOCALIZAÇÃO

Está localizada no noroeste paranaense, numa área de 470 km2. está à 635 km de Curitiba e muito próxima de outros grandes pólos como Maringá, Umuarama, Cascavel, Londrina. O município faz parte da Região Metropolitana de Umuarama.

GEOGRAFIA

O Município de Douradina está localizado na região Noroeste do Estado do Paraná, possuindo uma latitude 23º22’51” sul e a uma longitude53º17’30” oeste. Sua altitude é de 406 metros. Sua população apontada pelo Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2013 é de 8.007 habitantes. Limita-se, ao Norte, com os municípios de Santa Cruz do Monte Castelo; ao Sul, com Maria Helena; ao Leste, com Tapira e a Oeste, com Ivaté. O Município de Douradina possui 2 distritos: Jardim do Ivaí, localizado aproximadamente, 7 km da sede e Vila Formosa, que está a, aproximadamente, 10 km da sede.

CLIMA

Em Douradina, predomina o Clima Subtropical Úmido Mesotérmico, com verões quentes e geadas pouco freqüentes, com tendência de concentração de chuvas nos meses de verão, sem estação seca definida. Em janeiro as médias das temperaturas maximas na cidade atingem os 30,2°C e a média das mínimas em 19.8°C. Em Julho a maxima média é de 24°C e a minima média de 11°C. A cidade acumula em dezembro 159 milímetros de chuva sendo o mês mais chuvoso em Agosto são apenas 52 milímetros acumulados na cidade. O município sofre influencia do ar quente e úmido da Amazônia e as frentes frias.

VEGETAÇÃO

O município de Douradina era recoberto, primitivamente, pela floresta latifoliada tropical em solo bastante fértil, apresentava-se quase sempre densa e formada por árvores com 25 a 30 metros de altura, dentre os quais se destacam: perobas, cedros brancos, paus d’alho, figueiras brancas, ipês e uma grande quantidade de palmáceas com maior destaque para o palmito. Atualmente, podem ser encontradas no municípios algumas matas de reserva nativa, remanescentes da floresta latifoliada tropical e também pequenas áreas de reflorestamento, sobretudo de eucaliptos.

HIDROGRAFIA

O município de Douradina faz parte da bacia do Rio Ivaí, sendo banhado, ao norte, por esse rio, por uma extensão, aproximada, de 25 km. Tem como seu rio principal o Rio das Antas, que nasce no município de Maria Helena e adentra o município de Douradina, percorrendo uma extensão de, aproximadamente 50 km, servindo como limite territorial, ao Leste, com o município de Tapira , até desaguar no Rio Ivaí. Outro rio de destaque para Douradina é o Rio do Índio, o qual tem sua nascente nos limites do Município, formados por diversos arroios. Estende-se por aproximadamente 30 km, servindo como limite territorial, a Oeste, com o município de Ivaté.

CULTURA E TURISMO

Douradina está inserida no cenário cultural e turístico do Estado do Paraná e nacional, em razão tradicional Festa do Peão, a FEPEÍNA, realizada anualmente, desde 1987, no mês de fevereiro. Ela reúne apreciadores dessa modalidade de esporte do Brasil inteiro e do exterior. Atualmente já foram realizado 26 Edições . A próxima edição da Fepeína acontecerá nos dias 06 a 09 de Fevereiro de 2014.

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